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A meritocracia dos privilégiados !!!!! Covardia escolhe cep e cor !!! #paremdenosmatar . . . Repost @manueladavila

Museu da República

Elas são poderosas, seguem inspirando, se reconstruindo e espelhando força e luz pelo mundo. A Dayana @juntassomosmaisfortesdk é uma das mulheres retratadas para o Projeto @mariasdapenha. Uma mulher inspiradora, que mudou o curso de sua história e agora segue ajudando outras mulheres - que como ela foram vítimas de violência - a mudarem suas vidas. Na sexta-feira (20) contaremos lá no @mariasdapenha.um pouquinho da trajetória da Dayana Kelly e como ela, com sua garra e vontade tem ressignificado tantos caminhos. # #paremdenosmatar

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Portal Desacato

@taliriapetrone denuncia o dia a dia das favelas no Rio de Janeiro sob o governo de Witzel. #paremdenosmatar

Recebi esse vídeo de um helicóptero do estado sobrevoando a atirando sobre uma escola municipal, na Maré! Onde eu nasci,cresci e fico até hoje. #paremdenosmatar

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Aretha Rocha

@marina.helou • • • • • • O Brasil é um dos países mais perigosos do mundo para as mulheres. E o lugar mais arriscado é a própria casa, segundo dados trazidos pelo Anuário do @forumseguranca O feminicídio é a última e derradeira violência de gênero e o silêncio da mulher ao longo de todas as outras é determinante para a vida ou para a morte. Denunciar é fundamental para evitar a tragédia. E o estado tem o dever de proteger as mulheres. Não se cale, denuncie. Ligue 180 ou procure a delegacia mais próxima. . . . #paremdenosmatar

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Projeto Vociferar

◾ Sendo a dignidade da pessoa humana a matriz que norteia o Estado Democrático de Direito, devendo as normas proteger e ampliar a eficácia de tal, a Constituição Federal de 1988 define a igualdade entre homens e mulheres, a vedação de qualquer tipo de tratamento discriminatório, inclusive quanto ao estado civil, sendo resguardado a todo cidadão o direito de adquirir decente trabalho que possa lhe garantir vida digna e de qualidade. Todavia, a supremacia do homem à mulher nas relações sociais, modulado histórica e culturalmente, manifesta-se ainda hoje, mesmo quando vedada qualquer forma de discriminação pela Lei Maior. Dados do IBGE e da OIT demonstram a desigualdade de gênero nas relações empregatícias no Brasil e no mundo. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios constatou, por exemplo, que homens gastam cerca de 11,2 horas semanais com trabalhos domésticos, enquanto mulheres gastam 27,7 horas. Esta opressão impele a mulher a se tornar responsável por uma massa de trabalho efetuada de forma gratuita e realizada para outros, quais sejam atividades da esfera doméstica, contribuindo para afastar a mesma do mercado de trabalho. A constatação do cenário social brasileiro e mundial aponta outras problemáticas decorrentes desta desigualdade. Com a designação prioritária das mulheres à esfera reprodutiva e a dificuldade de ingressar no mercado trabalhista, em especial quando se tem filhos, estas se tornam dependentes financeiramente de seu companheiro, o que leva a outra questão: relacionamentos abusivos, violência doméstica e a dificuldade de saírem dos mesmos. É relevante apontar como a construção histórica-social baseada numa ideologia naturalista e machista, engessa dinâmicas de dominação que levam à violação de sua autonomia da vontade, seu estado de direito, sua dignidade e sua integridade psicofísica. é necessário rever os instrumentais para modificação desta situação e elevar o debate a um outro nível, qual seja, o da esfera psicológica da opressão, donde é inevitável que se fale também sobre machismo estrutural e sua desconstrução. #paremdenosmatar

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RioOnWatch

Há exatamente um ano, por volta das 7:30h do dia 18 de setembro de 2018, moradores do Chapéu Mangueira e Babilônia, na Zona Sul, marcharam em protesto, com o guarda-chuva que Rodrigo Alexandre da Silva Serrano, de 26 anos, carregava e que foi confundido com um fuzil por policiais militares. Segundo moradores, na noite do dia anterior, quando Rodrigo estava parado—no ponto de ônibus no Chapéu-Mangueira—esperando a sua mulher com um canguru, para colocar o filho menor, e um guarda-chuva apoiado num táxi, policiais subiram atirando ao confundirem o guarda-chuva com uma arma e o canguru por um colete, e alvejaram Rodrigo causando a sua morte. Um ano se passou e o RioOnWatch ouviu Valéria Assis da Silva, mãe de Rodrigo, que nos concedeu esta tocante entrevista que documenta a história de Rodrigo e a dor de quem fica, e ainda tem que lutar por justiça, e ser mais uma dentre as inúmeras mães de vítimas da violência de Estado, em favelas no Rio de Janeiro. #ParemDeNosMatar Esta é a segunda matéria gerada por uma parceria, de um ano, com o Centro Behner Stiefel de Estudos Brasileiros da Universidade Estadual de San Diego na Califórnia, que irá produzir mensalmente uma série de matérias originadas nas favelas do Rio sobre direitos humanos para o RioOnWatch.org. Esta entrevista foi realizada por Carla Souza, cria da Rocinha, pedagoga e professora de educação infantil, em contribuição especial para o RioOnWatch. Imagens de @diasb83 Leia a matéria completa no link da bio c/ @sdsubrazil

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participe você também é ajude a pressionar o congresso Nacional contra está política armamentista, acesse www.naosomosalócom.br #paremdenosmatar

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