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@sbpcsc • • • • • • O Brasil mantém a 13ª posição no mundo em termos de produção de artigos e revisões de pesquisa, logo atrás da Índia (10º) e da Coréia do Sul (12º), porém à frente da Rússia (15º) e da África do Sul (21º) – países que compõem o BRICS ao lado do Brasil. Os dados constam do Relatório “A Pesquisa no Brasil: Promovendo a Excelência”, realizado pela plataforma Web of Science Group, segmento da Clarivate Analytics. O relatório foi apresentado no dia 4 de setembro. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ O estudo fornece uma análise da pesquisa científica brasileira em um contexto global, contemplando trabalhos publicados entre 2013 e 2018, destacando a importância das colaborações internacionais e da indústria no impacto e na visibilidade da pesquisa nacional. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Somente em 2018, pesquisadores brasileiros publicaram mais de 50 mil artigos. O crescimento da produção em 2018 é 30% superior aos anos anteriores observados, além de ser o dobro da média global. O relatório indica ainda que existem bolsões de excelência em termos de impacto de citação nas áreas de Ciências da Vida, Física e Engenharias. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Outra informação apresentada é sobre a colaboração internacional. Entre 2013 e 2018, a comunidade científica brasileira colaborou com pesquisadores de 205 países. Aproximadamente um terço dos cientistas brasileiros são coautores de trabalhos internacionais. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ A colaboração industrial também tem destaque. De acordo com o levantamento, as estratégias para promover ações conjuntas com a atividade industrial já apresentam resultados referentes ao número de artigos publicados: 81% das publicações articuladas nessa esfera no período de 2015 a 2017 são de colaborações entre universidades públicas e a indústria. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ➡ Leia o relatório acessando nosso link na bio! Fonte: Jornal da Ciência #Dia30VaiSerMaior

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UFSCAR - Sao Carlos

“Pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo, mostrou que 32% dos homossexuais entrevistados afirmaram sofrer preconceito dentro das salas de aula e também que os educadores ainda não sabem reagir apropriadamente diante das agressões, que podem ser físicas ou verbais, no ambiente escolar.” ⠀ “A professora do Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE) da Ufscar, que é uma das autoras do estudo, Viviane Melo de Mendonça, afirma que o entendimento desse cenário e a busca por estratégias capazes de revertê-lo não são questões do movimento LGBT, mas sim uma questão da educação que deve ser defendida e compreendida por todos os educadores.” ⠀ Fontes:http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2016-03/pesquisa-mostra-que-discriminacao-contra-homossexuais-esta-presente-em ⠀ #Dia30VaiSerMaior

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Editora UFPR

POLÍTICAS DE MEMÓRIA E EXPERIÊNCIAS DE (DES)EXÍLIO ⠀ MARION BREPOHL ⠀ SINOPSE: ⠀ “Em seu Relatório de 2018, o ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) estimou que 68,5 milhões de pessoas no mundo se encontram em situação de deslocamento, fora de seu país de origem, por diversas causas, como a negação ao acesso à nacionalidade, a direitos básicos como educação, saúde, emprego e liberdade de circulação. Pessoas perseguidas por suas origens étnicas, por suas opções religiosas e políticas. Um dos capítulos mais contundentes da política contemporânea é pois o fenômeno dos deslocamentos massivos, espaciais ou existenciais, insubmissos às políticas oficiais, alvos de hostilidades ou de comiseração. Tendo em vista esses acontecimentos, o Grupo Direitos Humanos e Políticas de Memória – DIHPOM – apresenta, nesta coletânea, um conjunto de experiências e reflexões teóricas que envolvem o exílio político, a deportação, os deslocamentos forçados, as práticas de extermínio. A pergunta central dos autores e autoras diz respeito ao papel da memória, em muitos casos, ainda por ser construída, diante da violência de que foram alvo as pessoas atingidas. Ainda, como elas podem encontrar no (des)exílio, inclusive interior, uma atitude mental que subverta a condição de vítima em condição de resistente. Tema comovente e atual, estimula novas pesquisas e uma variedade de indagações que perturbam a cômoda divisão entre economia, política e cultura” ⠀ FONTE: https://www.editora.ufpr.br/produto/381/politicas-de-memoria-e-experiencias-de-(des)exilio ⠀ #Dia30VaiSerMaior

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@querosercientista • • • • • • AS UNIVERSIDADES PÚBLICAS PRODUZEM MAIS DA METADE DA CIÊNCIA BRASILEIRA!!! . ➡️ Relatório divulgado pela empresa Clarivate Analytics - a pedido da CAPES e do MEC - revela o panorama da produção científica nacional entre 2013 e 2018 (link na Bio). Destacamos aqui alguns dados dessa publicação: . 👉 A  a produção científica do Brasil cresceu 30% entre 2013 e 2018 — o dobro da média mundial, de 15%. 👉O Brasil é o 13° produtor de ciência no mundo, em número de trabalhos publicados. 👉As áreas com o maior índice de impacto, segundo o estudo, são as de Humanidades e Ciências Sociais Aplicadas. 👉A parceria entre instituições acadêmicas e a indústria cresceu exponencialmente, sendo a maioria dessas colaborações realizadas por universidades públicas. 👉Expectativa sobre o impacto negativos dos cortes orçamentários de financiamentos de pesquisa seja evidenciado nas estatísticas nos próximos anos. 👉 Diminuição do percentual de trabalhos científicos pertencentes aos grupos de trabalhos mais citados no mundo 👉 Diminuição do número de artigos publicados por cientistas no Brasil em colaboração com autores estrangeiros (internacionalização da ciência brasileira). . ➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖➖ ➡️Créditos: 🔸Vídeo e resumo dos dados: @querosercientista . 🔸Fonte e imagens: https://jornal.usp.br/universidade/politicas-cientificas/15-universidades-publicas-produzem-60-da-ciencia-brasileira/ 🔸Reportagem: Herton Escobar - 05/09/2019 - Políticas Científicas. 🔸Dados originais: Research in Brazil: Funding Excellence - Clarivate Analytics . . #Dia30VaiSerMaior

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UFPR (Universidade Federal do Paraná)

“Pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) desenvolveram uma forma de transformar amianto, considerado um resíduo perigoso, em fertilizante para o solo.” ⠀ “Roger Borges, químico responsável pelo estudo, explica que o principal problema do amianto é um componente chamado “abestos.” “Ele está relacionado às doenças respiratórias e quando inalado pode se alojar no pulmão. O perigo principal é para os trabalhadores que manipulam diretamente esse material e lidam com a poeira que ele produz.” ⠀ “Pela solução desenvolvida pela UFPR, as telhas de fibra de cimento que contêm amianto entram em um processo de moagem industrial permitindo que os componentes nocivos sejam destruídos. Depois de tratado, o material resultado desse processo pode ser usado como corretivo do PH do solo. “Ele perde a toxicidade e pode ser usado para corrigir o solo ácido: também tem elementos na composição como magnésio, ferro e silício, nutrientes que as plantas podem precisar.” ⠀ Fontes:https://projetocolabora.com.br/ods4/ufpr-cria-solucao-que-transforma-amianto-em-fertilizante-para-o-solo/ ⠀ #Dia30VaiSerMaior

@universidadetempesquisa ・・・ ANÁLISE DE DISCURSO CRÍTICA E COMUNICAÇÃO: PERCURSOS TEÓRICO E PRAGMÁTICO DE DISCURSO, MÍDIA E POLÍTICA ⠀ LAERTE MAGALHÃES ⠀ SINOPSE: ⠀ “Eis o primeiro livro resultante da experiência bem-sucedida do I ENCONTRO NACIONAL – DISCURSO, IDENTIDADE E SUBJETIVIDADE (I ENDIS), realizado de 27 a 29 de abril de 2016, no âmbito da Universidade Federal do Piauí, como realização do Núcleo de Pesquisa em Estratégias de Comunicação (NEPEC) através do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) / UFPI.” ⠀ “O ENDIS surge com o propósito de constituir espaço de refexão e de discussão de resultados de pesquisas realizadas em âmbito nacional, mediante a utilização da Análise de Discurso (AD), especialmente, a Análise de Discurso Crítica (ADC) como aporte teórico metodológico. Reiteramos a expressão – especialmente – porque, ao menos, a priori, o espaço está aberto a outras vertentes embasadas em matrizes teóricas da Análise de Discurso. A ADC ainda é pouco conhecida no âmbito da pesquisa em Comunicação, embora venha conquistando espaço nas áreas de Letras e Linguística há algum tempo” ⠀ DOWNLOAD GRATUITO: https://www.ufpi.br/arquivos_download/arquivos/E-book_-_ANALISE_DE_DISCURSO_b220190903151716.pdf ⠀ #Dia30VaiSerMaior

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UFPI

ANÁLISE DE DISCURSO CRÍTICA E COMUNICAÇÃO: PERCURSOS TEÓRICO E PRAGMÁTICO DE DISCURSO, MÍDIA E POLÍTICA ⠀ LAERTE MAGALHÃES ⠀ SINOPSE: ⠀ “Eis o primeiro livro resultante da experiência bem-sucedida do I ENCONTRO NACIONAL – DISCURSO, IDENTIDADE E SUBJETIVIDADE (I ENDIS), realizado de 27 a 29 de abril de 2016, no âmbito da Universidade Federal do Piauí, como realização do Núcleo de Pesquisa em Estratégias de Comunicação (NEPEC) através do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) / UFPI.” ⠀ “O ENDIS surge com o propósito de constituir espaço de refexão e de discussão de resultados de pesquisas realizadas em âmbito nacional, mediante a utilização da Análise de Discurso (AD), especialmente, a Análise de Discurso Crítica (ADC) como aporte teórico metodológico. Reiteramos a expressão – especialmente – porque, ao menos, a priori, o espaço está aberto a outras vertentes embasadas em matrizes teóricas da Análise de Discurso. A ADC ainda é pouco conhecida no âmbito da pesquisa em Comunicação, embora venha conquistando espaço nas áreas de Letras e Linguística há algum tempo” ⠀ DOWNLOAD GRATUITO: https://www.ufpi.br/arquivos_download/arquivos/E-book_-_ANALISE_DE_DISCURSO_b220190903151716.pdf ⠀ #Dia30VaiSerMaior

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UFPB

“Uma pesquisa realizada pelo Laboratório de Recursos Hídricos e Engenharia Ambiental (Larhena) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criou um novo de previsão de vazão em reservatórios de usinas hidrelétricas. Descoberta pode beneficiar consumidores de energia elétrica.” ⠀ “O novo proposto demonstra precisão nas projeções de vazão no período de até um ano. Sabendo quanto tempo o volume demora a subir novamente, as empresas de distribuição de energia elétrica podem evitar aumentar o valor das contas em tempos de baixa nos volumes das bacias.” ⠀ “O método foi apresentado na tese de doutorado da pesquisadora Paula Karenina. De acordo com a pesquisadora, o setor de energia hídrica corresponde a 90% da energia elétrica produzida no Brasil e é diretamente dependente do volume de água nos reservatórios e das previsões de vazão, que permitem às usinas saber quando abrir e fechar a passagem de água nos reservatórios.” ⠀ “O método da pesquisa foi aplicado no reservatório do Xingó, situado entre Sergipe e Alagoas, na bacia do Rio São Francisco, e continua sendo testado em reservatórios de outros rios para demonstrar a adaptação do às diferentes vazões e tipos de bacias. O já se encontra pronto para ser utilizado por usinas hidrelétricas e todos os detalhes e informações sobre sua aplicação podem ser obtidos através de contato com o Larhena.” ⠀ Fontes:https://www.ufpb.br/ufpb/contents/noticias/pesquisadora-da-ufpb-cria--inedito-para-prever-vazao-em-hidreletricas ⠀ #Dia30VaiSerMaior

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